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ASUS ProArt GR1X: o mini-PC com NVIDIA RTX Spark promete jogos AAA a 100 FPS em 1440p com apenas 140 W

Depois dos portáteis, chegam os mini-PCs. A ASUS apresentou o ProArt GR1X, um computador pequeno com o novo chip NVIDIA RTX Spark — o mesmo dos portáteis Arm com Windows que a NVIDIA e a Microsoft mostraram no início do mês, como o ASUS ProArt P16 e o Surface Laptop Ultra.

É uma máquina pensada para quem cria conteúdos e trabalha com inteligência artificial, mas a ASUS faz questão de dizer que também serve para jogar: promete jogos AAA em 1440p a chegar aos 100 FPS, num PC que gasta no máximo 140 W.

O chip NVIDIA RTX Spark
O RTX Spark junta processador Arm e gráfica Blackwell no mesmo chip · Imagem: ASUS

O que tem lá dentro

O RTX Spark junta tudo num só chip:

  • Processador NVIDIA Grace com 20 núcleos (arquitetura Arm, não x86);
  • Gráfica Blackwell RTX com 6.144 núcleos CUDA, ray tracing de 4.ª geração e DLSS;
  • 128 GB de memória unificada, partilhada entre o processador e a gráfica;
  • até 1 petaFLOP de desempenho em IA (FP4), o suficiente para correr modelos de linguagem de 120 mil milhões de parâmetros no próprio PC;
  • suporte para quatro monitores 4K e Windows 11.

A ASUS junta três meses de Adobe Creative Cloud. Ainda não há informação sobre o armazenamento, as portas nem o tamanho exato.

Silencioso e frio, segundo a ASUS

Com um limite de 140 W, o GR1X gasta muito menos do que um PC de jogos normal com uma placa gráfica dedicada. Para o arrefecer, a ASUS usou duas ventoinhas com 109 pás cada, 57 alhetas e quatro tubos de calor.

E para jogar, vale a pena?

Grelha com as aplicações e os jogos acelerados no ASUS ProArt GR1X
A lista de aplicações e jogos que a ASUS diz estarem otimizados para o GR1X · Imagem: ASUS

Há várias razões para alguma cautela:

  • Os 100 FPS em 1440p não vêm com detalhes. A ASUS não diz em que jogos nem com que definições. Com uma gráfica deste tamanho, é muito provável que seja com DLSS e geração de imagens (Multi Frame Generation) ligados.
  • É um PC Arm. Os jogos para Windows são feitos para processadores x86 e, no Arm, muitos correm através de tradução, com perda de desempenho. E há jogos que podem nem arrancar, sobretudo os que usam sistemas anti-cheat que trabalham ao nível do sistema, como vários shooters competitivos.
  • O preço ainda não foi revelado, mas com 128 GB de memória — numa altura em que a RAM está cada vez mais cara — não deve ser barato.

Para quem quer sobretudo jogar, um PC de secretária com uma placa gráfica dedicada continua a dar muito mais FPS por euro e sem problemas de compatibilidade — vê os nossos guias Que PC comprar?. A NVIDIA também já tinha mostrado o RTX Mega Geometry 2.0 e outras novidades que chegam primeiro às GeForce RTX.

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Se estás a pensar num PC pequeno e silencioso para jogar, ou não sabes se um PC Arm serve para os teus jogos, passa na CHIP7 Portimão: ajudamos-te a escolher o PC certo.

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